Na terça-feira assisti (estou atrasada eu sei), "O curioso caso de Benjamim Button". Não havia me interessado por esse filme, até então, porque não sou muito apreciadora de ficções. Gosto de gêneros mais próximos da realidade. Mas eu estava enganada.
Não é novidade que o longa conta a história de um homem, Benjamim, que sofre de um mal (ou um bem) em que percorre o tempo em sentido contrário. Ao invés de envelhecer, ele rejuvenesce ao longo dos anos. Eu poderia discorrer sobre a maquiagem incrível, a trilha sonora, a fotografia. Poderia até concordar com muitas críticas que caracterizam a obra como auto-ajuda barata e tosca. Mas prefiro ficar com a sensação de que esse é um filme sobre muitas coisas.É um filme sobre o tempo. E sobre o que fazemos com ele. Sobre a efemeridade da vida e de tudo o que nos cerca. Toda a história, e até mesmo aquelas que permeiam o tema central, como a da nadadora que percorreu novamente o canal da mancha na velhice, me fez refletir que não temos prazo de validade. Não há limite de tempo para se reinventar, aprender novas línguas, novos costumes, ter uma vida da qual possa se orgulhar. E se, por acaso, descobrir que não se tem, ter coragem para recomeçar.É um filme sobre o amor e sobre a sua transformação. Daisy começa a história amando Benjamim como ser humano. Ela ainda é uma criança e ele, um velho. Depois o ama como homem. E finaliza amando-o como um filho. Isso me fez pensar que não possuímos as pessoas, apenas os sentimentos. Não possuímos os momentos, a juventude, a beleza. Apenas as sensações. As emoções. Aquilo que construímos na parte de dentro desse universo que existe em nós.
Não é novidade que o longa conta a história de um homem, Benjamim, que sofre de um mal (ou um bem) em que percorre o tempo em sentido contrário. Ao invés de envelhecer, ele rejuvenesce ao longo dos anos. Eu poderia discorrer sobre a maquiagem incrível, a trilha sonora, a fotografia. Poderia até concordar com muitas críticas que caracterizam a obra como auto-ajuda barata e tosca. Mas prefiro ficar com a sensação de que esse é um filme sobre muitas coisas.É um filme sobre o tempo. E sobre o que fazemos com ele. Sobre a efemeridade da vida e de tudo o que nos cerca. Toda a história, e até mesmo aquelas que permeiam o tema central, como a da nadadora que percorreu novamente o canal da mancha na velhice, me fez refletir que não temos prazo de validade. Não há limite de tempo para se reinventar, aprender novas línguas, novos costumes, ter uma vida da qual possa se orgulhar. E se, por acaso, descobrir que não se tem, ter coragem para recomeçar.É um filme sobre o amor e sobre a sua transformação. Daisy começa a história amando Benjamim como ser humano. Ela ainda é uma criança e ele, um velho. Depois o ama como homem. E finaliza amando-o como um filho. Isso me fez pensar que não possuímos as pessoas, apenas os sentimentos. Não possuímos os momentos, a juventude, a beleza. Apenas as sensações. As emoções. Aquilo que construímos na parte de dentro desse universo que existe em nós.
É um filme sobre destino. Sobre as interligações de nossas vidas com a vida de estranhos. E tudo isso comandado por uma energia maior, que faz com que tudo ocorra exatamente no seu tempo para que cada pessoa vivencie exatamente aquilo que precisa. Nem mais nem menos. Apenas perfeito.Encerrei minha noite pensando que podemos, e devemos, perceber o tempo a nosso favor. Como nas cenas em que Benjamim, ainda velho, descobre as maravilhas da vida noturna e do sexo. Vive a paixão, parte em busca do novo, conhece lugares desconhecidos, trabalha. Tudo isso ainda na velhice. Uma analogia sensível àquilo que podemos fazer, independente da idade. Nunca é tarde. Nem cedo. Basta ampliarmos o ponto de vista.


Eu ameiii este filme tb! Claro que além da própria história, tem o Brad Pitt, que está sensacional.... Eu amo uma cena em particular, ele está rejuvenescendo e um dia encontra a Daisy na academia de balé, ele está perfeito, lindo, incrível. Boa reflexão Mari! Li as suas de janeiro agora e gostei de todas!!! Bjs Juliana
ResponderExcluirCom certeza, o Brad Pitt é um show a parte! rss...sensacional meeeesmo. Eu me lembro dessa cena na academia d ebalé, ele está ainda mais novo e ela, já bem mais velha. E mesmo assim, ainda se amam. Mto bom!Obrigada pela visita amiga. Bjs no coração.
ExcluirMari, não precisa agradecer. Seu blog tá lindo mmo!!!! Vale a pena passar por aqui! Bjssss Ju
ResponderExcluirCarááácoles, eu estou enrrolaaaando com esse DVD há meses e até agora nem peguei para assistir, acredita? O Dan já viu... agora que ele tem ido para a faculdade toda noite, vou me organizar para ver. É legal saber que vc tem um blog de resenhas, pq aí dá mais incentivo para assistir ou ler um filme ou livro. Só para voltar aqui e comentar, hahahahaha
ResponderExcluir#coisasdecarolina, =P