Baseado em uma história real, Gerard Butler interpreta Sam Childers, um
ex presidiário, viciado em drogas, pai de uma menina pequena e casado com uma
stripper, igualmente viciada. Sai da cadeia com o caráter pouco reestabelecido
e procura a mesma vida marginal. Enquanto esteve na cadeia, sua esposa, Lynn,
interpretada por Michele Monaghan passa a frequentar uma igreja evangélica e consegue
vencer o vício e abandonar o trabalho como stripper. Sam Childers, cansado de
uma vida inteira de crimes, passa a frequentar a igreja, até mesmo intrigado
pelo bem que fizeram a Lynn e sua filha.
O filme toma uma proporção que vai muito além da história da
evangelização de um homem. Sam transforma-se em um novo homem. Refaz sua vida
profissional, dedica-se a igreja e com o passar do tempo envereda-se em trabalhos
voluntários na África. A princípio, construindo casas em Uganda. A partir do
que seria uma curta estadia, Sam conhece o Sudão e tem um contato muito
sensível ao drama de tantas famílias, destroçadas pela guerra civil que visa o
controle político-religioso da região.
Esse contato passa a ser a motivação de sua existência e inicia-se um
longo trabalho construindo abrigos para os órfãos da guerra, levando
alimentação e lazer para as crianças mutiladas, estupradas e vitimadas pela
crueldade do seu próprio povo. Sam torna-se pastor na Pensilvânia e, apoiado
por sua família, mobiliza todos os seus recursos para ajudar o Sudão. Fica
popular na Árica, conhecido como o Pastor Branco e passa a atuar militarmente,
na luta daqueles que se tornaram o seu povo.
O filme aborda de forma bastante dolorida os conflitos da humanidade.
Os conflitos de raças, de poder, os religiosos e principalmente, aqueles que
temos interiormente. O personagem é um anti-herói, criminoso, viciado. Um homem
com uma vida tortuosa, repleta de erros. Um homem que tem dois caminhos:
culpar-se pelo mal que já havia praticado ou lutar pelo bem dos que sofrem. Ele faz a
escolha de renovar sua vida através do trabalho pelo próximo, abandonando a
culpa e o olhar pejorativo sobre o seu passado.
A mudança que ele consegue realizar
na África nada mais é do que a extensão de sua transformação interior,
conquistada por meio do evangelho e do amor ao próximo. O personagem edifica e
se torna pastor de uma igreja dentro do seu próprio bairro, onde as pessoas
conheciam sua história, seus erros e seus crimes. Mesmo assim, teve coragem de
se expor por um bem maior.
O filme ilustra uma frase de Paulo de Tarso “Fé sem obras é fé morta”.
Sam e toda a sua história vivenciam esse ensinamento de forma muito visceral. É
um filme sobre reforma íntima, é um filme sobre transformação de uma vida,
sobre merecer e dar-se uma segunda chance todos os dias. Mas acima de tudo, é
um filme sobre o amor. Amor a Deus. Amor ao próximo e amor a nós mesmos.
Recomendo.....Redenção.
Assista o trailler. Vale a pena!



Thais, assista! Vc vai adorar! O filme é sensacional, uma lição de vida! Depois que assistir, volte aqui para escrever sua percepção sobre o filme!! Beijos!
ResponderExcluirEu assisti amiga...é realmente sensacional esse filme...depois de alguns erros Sam muda seu destino e vai ajudar outras pessoas a sobreviver melhor e assim ele vai decodificando sua própria vida/sua existência, é lindo saber que este filme é baseado em uma historia real. Vc não erra!!! ;)
ResponderExcluirBeijos Malú
Depois de ler o que você escreveu fiquei com mais vontade ainda de assistir..é uma lição de vida. Bjos!! Paty Russo
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